Retrospectiva 2017: Desempenho Mensal – NFC East

Fala pessoal! Esta é uma série de recortes mensais (Setembro-Dezembro) do desempenho dos jogadores dos times da NFL. Cada post trará uma divisão, começando por a que menos venceu jogos (AFC  South) até chegar a que mais venceu (NFC South). Vem com a gente e boa leitura!

Observações: estabelecemos um ponto de corte para os jogadores que marcaram, ao menos, 30 pontos totais (ligas padrão). Além disso, nossa análise vai até a Semana 16 da temporada regular!

Philadelphia Eagles

PHI

Não fosse pela lesão…Wentz teria tudo pra ser MVP esse ano, mas a vida é injusta! E Alshon Jeffery estava se aproveitando bem dessa onda, até a maré baixar de vez e seu QB de estimação ir pro estaleiro. Zach Ertz era outro que estava indo bem, mas teve um Novembro de dar raiva a seus head coaches virtuais. Ajayi ficou feliz de sair de Miami, mas entrou num comitê que limitou suas possibilidades (apesar de bons meses de Outubro e Dezembro).

Dallas Cowboys

DAL

Vejam o que é um time com e sem Zeke. A besta de Dallas puxou todo o time pra cima, sobretudo seu amigo Dak Prescott. Durante a suspensão do RB, o time virou um navio fantasma e não deu medo a quem quer que seja. Não fosse a lesão do meio de temporada, talvez Dan Bailey fosse o destaque do time ao fim das contas. O único que cresceu constantemente foi Rod Smith, mesmo no retorno de Zeke, mas nada que altere o panorama do backfield.

Washington Redskins

WAS

Kirk Cousins proveu os pontos que os times de fantasy precisavam nos momentos certos este ano, e foi um dos destaques superiores em matéria de consistência (junto a Brees, Wilson, Gurley e Brady, em nossa análise). O time sofreu demais com lesões (na linha ofensiva e nas posições de habilidade), o que dificulta que se crie consistência para quem quer que seja. Ainda assim, o tight end Vernon Davis substituiu Jordan Reed com competência e foi boa opção no time.

New York Giants

NYG

Eli Manning merece um time melhor? Pra quem gosta dele, sim. A falta de talentos (e, na existência deles, saudáveis) virou o time do avesso (de campanha 11-5 em 2016 para 2-13 no momento em que redijo). Manning não sabe fazer milagre, então seu ano (e seus meses) não foram de encher os olhos. Evan Engram até que fez um ano bom nessas circunstâncias; promessa de mais sucesso em 2018. Sterling Shepard, o principal WR saudável, não teve muita sorte. E, no backfield, Orleans Darkwa não foi excepcional nem bom, porém muito melhor que Paul Perkins (que não vai deixar saudade).

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