Depois de falar sobre Best Ball e Auction, é hora de voltar o foco para o formato mais tradicional: redraft.
O objetivo aqui é traçar estratégias para ligas PPR ou half-PPR, com formações comuns como 1 QB, 2 RBs, 2 ou 3 WRs, 1 TE e 1 ou 2 FLEXs.
Quanto mais vagas de FLEX a liga tiver, maior a importância de buscar jogadores que contribuem no jogo aéreo — especialmente wide receivers e running backs visados com frequência.
Rounds 1 e 2
A primeira escolha é simples: não complique. Pegue o melhor jogador disponível no seu board. Se os seis primeiros já saíram e você está na escolha 7, selecione o sétimo. Sem invencionices, sem feeling. Confie no seu board — ele está ali por um motivo.
Depois disso, o ideal é buscar equilíbrio entre RB e WR nas duas primeiras rodadas. Se começou com um RB, volte no WR. Se abriu com um WR, garanta seu RB âncora.
Dá pra começar WR-WR e seguir uma abordagem Zero RB? Sim, mas eu prefiro tentar selecionar um ou dois nomes até o quinto round – nomes como Ken Walker, Omarion Hampton, Breece Hall, Alvin Kamara e James Conner são combinações perfeitas para isso.
O objetivo aqui é iniciar com uma base sólida e potencial de explosão. É o momento de estabelecer o tom do seu time.
Uma palavra sobre handcuffs
Draftar o reserva direto do seu RB1 pode ser uma jogada inteligente, mas não é uma regra obrigatória.
O lado bom: você tem um seguro. Se seu principal RB se machucar, o substituto já está no elenco. Nada de desespero no waiver ou uso excessivo de FAAB. Protege seu investimento alto.
O lado ruim: se o titular não se machucar, o handcuff vai apenas ocupar espaço no seu banco, sem valor ou upside.
O ideal: só faça isso se o cenário for promissor — se o handcuff tiver caminho claro para volume e potencial de se tornar um league winner em caso de lesão. E se você decidir draftá-lo, antecipe-se. Suba ele no seu board. Está usando um board personalizado? Avance dois rounds. Está usando rankings? Suba 25 posições. Lembre-se: ele vale mais pra você do que pra qualquer outro time. Não corra o risco de perder o jogador por ter esperado demais.
Rounds 3 a 5
Se você garantiu seu RB âncora nas duas primeiras rodadas, chegou a hora de abraçar a estratégia Hero RB. E isso significa: pare de olhar para running backs por um tempo.
É o momento de martelar os wide receivers. Esse é o ponto do draft onde há profundidade e muito upside entre os WRs. Preencha seus FLEX, busque talento, acumule potencial. Quarterbacks e tight ends também estão neste território, onde tenho visado nomes como George Kittle, Jayden Daniels, Jalen Hurts, Burrow e TJ Hockenson.
Rounds 6 a 10
Agora sim é o momento de voltar a olhar para os running backs. A zona morta ficou para trás, e Rounds 6 a 10 são ideais para buscar os RBs com mais explosão. O objetivo aqui é simples: empilhar jogadores com upside.
Você já tem sua âncora no backfield. Agora, precisa de profundidade e apostas que podem render muito mais do que custaram. Pense em:
- Calouros com caminho claro para ganhar toques;
- Jogadores em timeshares com chance de assumir a titularidade;
- RBs em backfields indefinidos, com potencial para “estourar” até outubro.
Mas não abandone os WRs. Continue de olho em valores que caíram além do ADP, especialmente candidatos a breakout. Esses jogadores ajudam a reforçar seu elenco titular, aumentam sua margem de erro e ainda criam oportunidades de troca mais à frente na temporada.
O foco aqui é: profundidade com explosão. Jogadores seguros raramente vencem ligas — mas apostas certeiras com teto alto, sim.
E os TEs?
Nos últimos anos, os Rounds 6 a 8 eram conhecidos como “Tight End Wheelhouse”: o ponto ideal para pegar nomes como Dallas Goedert ou Pat Freiermuth. Em 2025? Esse meio do draft perdeu valor. O top tier da posição ficou ainda mais escasso, e os nomes do meio simplesmente não se destacam mais.
Ou seja: gastar um capital de draft médio em um TE que não oferece vantagem real sobre o resto da liga não vale a pena. Se não pegou um dos elite lá em cima, continue empilhando WRs e RBs com upside.
E os QBs?
Essa também é a zona de armadilhas no draft de quarterback. Muita gente fica ansiosa e escolhe QBs “seguros” — mas que não mudam sua vida no fantasy. São jogadores que terminam o ano como QB9 e nunca vencem uma semana por conta própria. Pior: custam caro e tiram seu time do trilho.
Se o plano é QB de rounds finais, continue esperando. Só mude isso se um dos QBs do top 5 cair várias rodadas além do ADP. Se isso acontecer, aproveite. Caso contrário, mantenha o foco em valor.
Rounds 11+
Aqui é onde ligas são ganhas silenciosamente. O fim do draft é perfeito para correr riscos e apostar no que pode dar muito certo. Esqueça o “jogador seguro”. O que você busca são league-winners.
Quarterbacks
Se você esperou até aqui para draftar QB, agora é hora de agir. Procure por:
- QBs móveis;
- QBs de segundo ano com caminho para breakout;
- Qualquer jogador que possa surpreender com produção de top-8;
Se não acertar na aposta, tudo bem. Corta e busca outro no waiver. Mas se acertar…
Tight Ends
A lógica é parecida. Procure por:
- Atletas excepcionais fisicamente;
- Jogadores com potencial de TD em ataques ascendentes;
- Novatos com caminho aberto para targets.
De novo: se falhar, sem problemas. Streaming existe pra isso. Mas a chance de achar uma joia aqui é real.
Últimos dois picks: defesa e kicker
Em ligas com 16 rounds, os dois últimos são geralmente para defesa e kicker. Tudo bem. Mas e os outros quatro das últimas seis escolhas?
Volte para RBs e WRs com potencial explosivo. Alvos interessantes:
- Calouros não hypados, mas com caminho para relevância;
- WRs em times sem hierarquia definida;
- Backups que, com uma lesão, viram titulares absolutos.
Esses são os bilhetes de loteria que você quer no fim do draft. Custo zero. Se não virarem nada? Corte fácil. Mas se acertar…
O plano para quarterback
Foi legal ver os calouros Jayden Daniels e Bo Nix jogarem bem em 2024, mas a NFL ainda tem um problema com a posição de quarterback. O “código de trapaça” para o fantasy — os QBs que produzem com as pernas — segue funcionando, mas há muitos signal-callers que não conseguem vencer consistentemente no pocket. Isso limita o crescimento no jogo aéreo e aumenta o risco de lesões.
O desenvolvimento lento dos quarterbacks tornou a posição mais concentrada no topo nos últimos anos. Para 2025, considero apenas cinco QBs como apostas realmente seguras — se estiverem saudáveis: Josh Allen, Lamar Jackson, Jayden Daniels, Jalen Hurts e Joe Burrow.
Os próximos 7 a 10 quarterbacks disponíveis no draft parecem versões parecidas entre si: é possível montar um bom argumento a favor de qualquer um… e também um bom argumento contra todos eles. Se eu não conseguir nenhum dos cinco QBs de elite nas cinco primeiras rodadas, pretendo esperar e mirar nestes nomes:
Drake Maye (Patriots)
Os Patriots devem disputar jogos mais competitivos nesta temporada — são favoritos em 10 partidas e projetados para marcar em média 22,2 pontos por jogo (similar a Cowboys, Vikings e Seahawks). Em 2020, sob o comando de Josh McDaniels, Cam Newton teve média de 9,1 corridas por jogo aos 31 anos. A comissão técnica atual tem histórico e incentivo para usar um esquema com corridas desenhadas para o QB.
Além disso, jardas em scrambles tendem a se traduzir em corridas desenhadas no ano seguinte. Maye já foi um QB1 (18,7 FPG) nos jogos em que foi titular no ano passado, sem sequer ter jogadas desenhadas para correr. Com esse tipo de uso, pode render muito mais agora.
Brock Purdy (49ers)
Com um calendário promissor e talento de sobra ao redor, Purdy é uma opção segura com potencial para 35+ touchdowns totais, especialmente se continuar usando as pernas (66 corridas, 323 jardas e 5 TDs em 2024). Em sete jogos completos com pelo menos dois de seus principais playmakers, ele foi:
- 2º em jardas por tentativa (8,7)
- 3º em jardas aéreas por jogo (267)
- 4º em pontos por dropback no fantasy (0,61)
Produção de elite. E agora tem CMC de volta para ajudá-lo.
Justin Fields (Jets)
Como quarterback da NFL, Fields ainda deixa a desejar. Mas no fantasy ele é elite: foi QB5, QB6 e QB9 em pontos por jogo nas últimas três temporadas, e QB2, QB6 e QB4 em pontos por dropback.
Nos Jets, deve entregar números de top-12 enquanto estiver jogando. Mas há risco: não confio que ele vá manter o cargo a temporada inteira. Ele já teve uma lesão no dedo do pé no training camp, e seu estilo físico de jogo levanta preocupações quanto à durabilidade.
J.J. McCarthy (Vikings)
Estou “all-in” em McCarthy neste ano. Sendo draftado como QB19, ele tem tudo para ser o melhor retorno sobre investimento no draft. Pode ter um começo instável, então gosto de pareá-lo com um Fields, Lawrence, Dak ou até mesmo Jordan Love.
Depois de Sam Darnold produzir de forma consistente com esse ataque em 2024, espero números de top-12 ao final da temporada para JJ.
Trevor Lawrence (Jaguars)
Depois de tantos drafts simulados, percebi que Lawrence está saindo barato demais (ADP por volta de 166 — 14ª rodada). Ele oferece um piso sólido e teto interessante, especialmente se Liam Coen conseguir extrair mais do ataque. Estamos falando de um QB que vai ter uma das duplas mais insanas (Brian Thomas Jr e Travis Hunter) e que garantiu estar “mais saudável do que nunca”. Estou dentro.
O plano para running back
Vejo mais talento espalhado entre os RBs em 2025 do que no ano passado, então não estou priorizando a posição tão cedo no draft. Nomes como Saquon Barkley, Bijan Robinson, Jahmyr Gibbs, Ashton Jeanty e Derrick Henry são escolhas incontestáveis nas rodadas iniciais. Mas há também muito valor até o quinto round.
Se eu começar com WR (o que é provável), estou mirando nestes RBs de qualidade nas rodadas 2 ou 3:
De’Von Achane (Dolphins)
Não é uma escolha ideal em ligas standard, e pode ser afetado por uma linha ofensiva que ainda é perigosa, mas sobreviveu a um cenário péssimo de QBs em 2024 com 281 toques em 17 jogos. Um RB com perfil de wide receiver, é seguro na 2ª rodada em ligas PPR/half-PPR.
Chase Brown (Bengals)
Tem apelo por estar próximo de um papel de workhorse em um dos melhores ataques da NFL. A linha ofensiva preocupa um pouco, mas o esquema com mais corridas rápidas favorece seu estilo. Seu ADP permite que ele entregue produção de RB1 com custo de 3ª rodada.
Breece Hall (Jets)
Apesar das falas sobre comitê com o novo HC Aaron Glenn, sigo apostando em Hall. Os reservas Braelon Allen e Isaiah Davis são bons, mas Hall é quem muda o jogo. Se estiver saudável, deve passar das 200 carregadas num ataque voltado para o jogo terrestre. A linha ofensiva melhorou e o cronograma de jogos é favorável.
Omarion Hampton (Chargers)
Vai dividir espaço com Najee Harris, mas é melhor em tudo — exceto experiência. A linha ofensiva é boa, o QB é elite e os Chargers historicamente correm mais que a média da liga. Como Najee perdeu parte da pré-temporada pela lesão no olho, Hampton ganhou ainda mais espaço e tem upside.
Ken Walker (Seahawks)
Minha escolha preferida até aqui. Ideal para quem abre com WR-WR-TE, WR-WR-QB ou até WR-WR-WR. No fim da 3ª ou início da 4ª rodada, gosto muito de começar com dois entre Malik Nabers, Puka Nacua, Brian Thomas Jr., Nico Collins ou Drake London — junto de Kittle ou Jayden Daniels — e deixar Walker como RB1.
Outros nomes que gosto de visar ao longo do draft, principalmente se estiver adotando uma estratégia Hero RB:
- RJ Harvey (DEN) – Escolha de fim de 5ª rodada que pode se valorizar rapidamente. Harvey é um corredor explosivo e elusivo. Ele é, de longe, o RB mais talentoso do elenco dos Broncos e pode ganhar espaço já nas primeiras semanas. Mas, claro, inicialmente o papel de RB1 do time é de JK Dobbins (a proteção de passes importa).
- TreVeyon Henderson (NE) – Pode não passar de 150 carregadas, mas vejo potencial para mais de 200 toques se mostrar durabilidade. Henderson protege bem a bola, é excelente no bloqueio para o passe e tem sido muito envolvido no jogo aéreo durante o training camp. O sistema de Josh McDaniels exige aprendizado, mas o upside em ligas PPR compensa a aposta.
- Tony Pollard (TEN) – Gosto também do Tyjae Spears, mas dificilmente os dois vão explodir juntos. Ainda assim, Pollard tem histórico: ficou entre os cinco melhores RBs em yards after contact per attempt em três das últimas quatro temporadas. Em jogos saudáveis ao lado de Spears, comandou cerca de 59% das corridas dos Titans — um volume de RB1. A única exceção foi 2023, quando lidou com um problema na perna. Pode ser um achado nos rounds médios.
- Jordan Mason (MIN) – Os analistas de mercado esperam um papel relevante ao lado de Aaron Jones em um ataque que deve produzir muitos touchdowns. E, claro, caso Jones se machuque, Mason vira um RB2 automático e valioso.
- Jaylen Warren (PIT) – O novato Kaleb Johnson foi draftado numa faixa com taxa de sucesso semelhante a RBs de início de 3º dia do Draft da NFL. Isso abre espaço para Warren iniciar como o RB 1A dos Steelers. Em 2023, ele teve média de 4,2 targets por jogo, a 7ª melhor marca entre RBs. É um jogador explosivo, ótimo para garantir produção segura no início da temporada e com upside ainda maior caso algum rookie de 3ª rodada decepcione.
O plano para wide receiver
Os dois primeiros rounds estão incríveis para a posição — por isso, não quero perder a chance de sair dos meus drafts com um ou dois WRs, independente do meu spot. A exceção tem sido quando o Bijan Robinson passa da 1.2 e/ou Jahmyr Gibbs e Saquon Barkley caem tanto que não dá pra ignorar.
Começar com combinações como Ja’Marr Chase + Chase Brown ou CeeDee Lamb + Bucky Irving é empolgante. Mas também adoro sair com Bijan, Barkley ou Gibbs combinados com Drake London, Ladd McConkey e A.J. Brown — o potencial é enorme.
Nada, porém, me deixa mais animado do que draftar Puka Nacua, Malik Nabers, Nico Collins e Brian Thomas Jr. junto com Achane, CMC ou Ashton Jeanty. Ter dois desses (mais Drake London) é um começo e tanto.
O grupo de WRs na terceira rodada é ótimo para quem focou em RB, TE ou até QB no início. Destaco Jaxon Smith-Njigba, Garrett Wilson, Davante Adams e Tetairoa McMillan (sim, estou alto nele — e você também deveria estar) como alvos.
Depois disso, miro em WR3 com teto de WR2: DeVonta Smith, Jameson Williams e, principalmente, George Pickens, o meu favorito do grupo.
Escolher três WRs nas primeiras cinco rodadas é algo que faço com frequência — mas não considero obrigatório, especialmente se eu tiver duas escolhas dentro do top-36 investidas na posição.
Ainda assim, tenho vários nomes que vejo com potencial de WR3, WR4 ou WR5 em times competitivos: Calvin Ridley, Jakobi Meyers, Deebo Samuel, Jauan Jennings, Josh Downs, Jordan Addison, Darnell Mooney e Emeka Egbuka.
O plano para tight end
Essa é, provavelmente, minha posição preferida de draftar — e quase sempre prefiro esperar para buscar valor fora do top-12. Mas entendo perfeitamente quem aposta alto em Brock Bowers ou Trey McBride (que é, inclusive, um dos meus jogadores favoritos da vida).
Pessoalmente, não tenho acumulado muito desses dois. Costumo preferir outros nomes nessa mesma faixa, como Drake London ou Derrick Henry em vez do Bowers, e Chase Brown ou JSN no lugar do McBride.
Agora, é raro eu deixar passar o preço de 3ª ou 4ª rodada do George Kittle. Ele será extremamente importante para o Brock Purdy nesta temporada — e o calendário é muito favorável, o que pode colocá-lo na briga pelo TE1 geral custando bem menos que os principais concorrentes.
Outro nome que estou mirando bastante é o T.J. Hockenson. Confio na comissão técnica dos Vikings e no potencial do JJ McCarthy para destravar o ataque. Além disso, com a suspensão do Jordan Addison, Hockenson deve receber mais volume logo no início, e ele já garantiu que está no caminho certo da recuperação física.
Outros TEs que gosto de mirar:
- Travis Kelce (Chiefs) – Minha maior preocupação em fantasy é apostar em um recebedor veterano justo no ano em que ele “cai do penhasco”. Mas o Kelce não é qualquer um. O touchdown rate dele com Mahomes era de 6,2% nas seis primeiras temporadas — em 2023, caiu para 2,3%. A regressão positiva nos TDs deve vir, e com ela, uma temporada top mesmo aos 36 anos.
- Evan Engram (Broncos) – Nos últimos dois anos, Engram tem médias de 7,8 targets por jogo e 25% de TPRR (targets por rota), números que o colocam no top-4 da posição. Os Broncos estão projetados para marcar 23.4 pontos por jogo — com apenas Courtland Sutton sendo draftado perto do top-60 por ADP. Sean Payton já falou sobre usar Engram na função de “joker”, um papel especial em seu esquema. Apesar da idade (31 anos) e da cirurgia no ombro, o preço dele é acessível demais para ignorar.
- Colston Loveland (Bears) – Os últimos dois anos trouxeram TEs novatos como league winners, e Loveland pode ser o próximo. No college, teve a maior dominância de jardas recebidas por um TE da Power Five nos últimos 15 anos. Foi escolhido 24 posições antes de Sam LaPorta no Draft, pelo seu ex-coordenador ofensivo. Está sendo draftado tão tarde que o piso não importa — e pode ser pareado com um veterano mais seguro se quiser estabilidade no começo.
- Hunter Henry (Patriots) – Nos 9 jogos completos com Drake Maye, Henry liderou os recebedores dos Patriots em todas as métricas importantes: 6,4 targets, 49,9 jardas, 22,7% de first read e 11,5 pontos esperados de fantasy por jogo. Isso o colocaria no top-6 da posição. Henry também teve 9 TDs em 2021 sob o comando de Josh McDaniels, agora de volta ao time. O calendário é o mais fácil da liga para TEs nas primeiras cinco semanas — ideal para quem busca um streamer inicial com upside real.
- Mark Andrews (Ravens) – Essa é a versão mais barata do Andrews em anos, após uma temporada decepcionante marcada por cirurgia no tornozelo e até um acidente de carro. Apesar de não haver muita competição por targets em Baltimore, ele correu menos rotas que Isaiah Likely (que está machucado).
- Brenton Strange (Jaguars) – Meu segundo streamer favorito depois de Hunter Henry. Teve média de 5 targets e 8,4 pontos por jogo em partidas sem o Evan Engram. Pode ganhar mais espaço se Travis Hunter for menos usado no ataque, e Liam Coen já mostrou conseguir extrair bons números de TEs. O calendário inicial é excelente.
Meu top-50
1 – Ja’Marr Chase (WR1)
2 – Bijan Robinson (RB1)
3 – CeeDee Lamb (WR2)
4 – Justin Jefferson (WR3)
5 – Jahmyr Gibbs (RB2)
6 – Saquon Barkley (RB3)
7 – Puka Nacua (WR4)
8 – Christian McCaffrey (RB4)
9 – De’Von Achane (RB5)
10 – Brian Thomas Jr (WR5)
11 – Malik Nabers (WR6)
12 – Nico Collins (WR7)
13 – Ashton Jeanty (RB6)
14 – Amon-Ra St Brown (WR8)
15 – Drake London (WR9)
16 – Brock Bowers (TE1)
17 – Derrick Henry (RB7)
18 – Ladd McConkey (WR10)
19 – AJ Brown (WR11)
20 – Chase Brown (RB6)
21 – Trey McBride (TE2)
22 – Tee Higgins (WR11)
23 – Josh Jacobs (RB7)
24 – Bucky Irving (RB8)
25 – Tyreek Hill (WR12)
26 – Jaxon Smith-Njigba (WR13)
27 – Omarion Hampton (RB9)
28 – Jayden Daniels (QB1)
29 – Davante Adams (WR14)
30 – Lamar Jackson (QB2)
31 – Josh Allen (QB3)
32 – Ken Walker (RB10)
33 – Breece Hall (RB11)
34 – Tetairoa McMillan (WR15)
35 – Mike Evans (WR16)
36 – Garrett Wilson (WR17)
37 – Jonathan Taylor (RB12)
38 – Jalen Hurts (QB4)
39 – George Kittle (TE3)
40 – Alvin Kamara (RB13)
41 – Rashee Rice (WR18)
42 – Kyren Williams (RB14)
43 – Devonta Smith (WR19)
44 – Marvin Harrison (WR20)
45 – George Pickens (WR21)
46 – Terry McLaurin (WR22)
47 – Treveyon Henderson (RB15)
48 – James Cook (RB16)
49 – Chuba Hubbard (RB17)
50 – James Conner (RB18)
é o especialista ñ tem jeito 🔥
Fala Júlio. Que conteúdo excelente, eu estava um pouco perdido e com certeza isso vai agregar muito nas minhas decisões a partir de agora.
Estarei te acompanhando durante a temporada pra conseguir ganhar a minha liga com as suas dicas kkkk abraço e sucesso!