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Alta, baixa e ponto de virada: quem negociar na Semana 6

Passadas cinco semanas, você já sabe qual o seu objetivo atual: manter um bom time no topo, ou ser ultra-agressivo para levantar um time que tem campanha negativa. Aqui, na semana 6, a hora de fazer ajustes via trocas é essencial para o seu sucesso. Por isso, vamos à luta, ou melhor, aos negócios!

Compra

Jaylen Waddle: sem Tyreek Hill, as atenções no jogo aéreo se voltam para Jaylen Waddle em Miami. Ele, que, antes da lesão de Hill, foi o terceiro alvo da equipe nas três primeiras semanas, passou a ser o líder do time nas duas seguintes, garantindo ao menos 24% de alvos.

Michael Pittman: ainda que não tenha o teto de um alpha, Pittman se estabeleceu como alvo primário de Daniel Jones em Indy. Seu piso é um dos mais seguros na posição, recurso valioso para quem começou bem a temporada e deseja reforçar o elenco com um nome fora dos holofotes com retorno seguro.

Omarion Hampton: depois de se lesionar, o calouro é um nome de luxo para os que podem esperar por ele. Quando Hampton jogou sem Najee Harris, seus números melhoraram e o fizeram passar de 20 pontos nas semanas 3 e 4.

Saquon Barkley: o dado que mais me impressiona sobre o RB1 dos Eagles é que ele ainda não alcançou 20 pontos numa partida. Ao mesmo tempo, seu piso é de top 10, tendo entregue ao menos 9.5 pontos em todos os jogos.

Claro que não queremos comprar um RB desse porte por causa de seu piso, mas para times 4-1 ou 5-0, contar com um jogador sólido é melhor no restante da temporada. Outra abordagem é buscar um par de jogadores para um time em campanha ruim, trocando por um RB de produção similar (Travis Etienne) junto com um reforço em outra posição.

Davante Adams: ele vem fazendo uma temporada discreta, porém sólida para um WR da sua idade, tendo entregue 9+ pontos em todas as partidas até então.

DK Metcalf: o WR1 dos Steelers é mais um que está produzindo consistentemente e que não tem valor de elite da posição. Nas quatro primeiras semanas, Metcalf garantiu ao menos 11 pontos por partida.

Patrick Mahomes: finalmente o Mahomes super-herói acordou: 4 de 5 jogos passando de 20 pontos. A campanha negativa exigirá do QB1 dos Chiefs que continue trabalhando muito para fazer o time ganhar jogos, o que resultará em muitos pontos fantasy. Para quem tem Josh Allen e deseja um mini downgrade e trazer um jogador extra de troco, ou para quem só tem dúvidas na posição de QB num time muito bom, este é o alvo principal.

Venda

Jake Ferguson: enquanto CeeDee Lamb não retorna de lesão, Ferguson é o “WR1” do time, à frente até mesmo de George Pickens. A presença na redzone tem trazido jogos explosivos, aliando volume e touchdowns. Quando Lamb retornar, esse nível de elite para a posição de tight end deve baixar.

Jacory Croskey-Merritt: ninguém se firma no backfield dos Commanders, nem mesmo Bill que, apesar de liderar por muito os RBs em carregadas (70% das tentativas), esteve em campo em apenas 47% dos snaps. Os 2 TDs marcados contra os Chargers fizeram sua pontuação explodir para 29 na semana 5, muito além do esperado para seu volume. Esse tipo de produção, comparada ao volume, é volátil, ainda mais num comitê.

JK Dobbins: o RB1 dos Broncos têm sido uma grata surpresa para quem o draftou (novamente) em rodadas mais baixas, liderando com sobras o backfield dos Broncos (70% das carregadas entre RBs), e anotando quatro TDs em cinco jogos. O ponto negativo está na participação reduzida no jogo aéreo do time, em que RJ Harvey e Tyler Badie aparecem com mais alvos que Dobbins. Quando não encontrar a endzone, o teto de Dobbins será muito reduzido. Se ele é seu RB2, menos mal. Mas, se ele é seu RB1, é hora de fazer um upgrade urgente.

DeVonta Smith: sim, quero vender o jogo mais recente de DeVonta Smith, que, para mim, é exceção numa temporada, digamos, estranha dos Eagles, que estão, como vimos com os Chiefs em anos anteriores, na marcha lenta, como se esperassem janeiro chegar. Quando o time ganha, ou o faz correndo com a bola e causando turnovers, ou virando o placar de maneira heróica (com o grande auxílio dos special teams). Bem, Smith, assim como AJ Brown, são os principais alvos do time, porém, como é conhecido, num ataque de baixo volume aéreo. Portanto, embora DeVonta demonstre ser capaz de grandes jogos no fantasy, é muito volátil também nesse formato de ataque de Philadelphia.

Drake London: tal qual DeVonta Smith, London também está num ano inconsistente, tendo passado de 15 pontos pela primeira vez apenas na semana 4. Mesmo sendo o alvo principal do time, London só anotou um TD até agora, e as 67 jardas recebidas por jogo estão aquém de um WR1. O nome dele ainda é forte no cenário do fantasy para gerar uma boa troca de pacotes.

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