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15 Nomes Que Podem Mudar de Patamar em 2026

Todo ano (ou quase), nomes novos bagunçam o fantasy com atuações inesperadas que os fazem virar superestrelas da noite para o dia (ou de uma temporada para outra). Quais serão os de 2026?

Metodologia

Marcas (PPG) para considerar uma temporada como breakout (8+ jogos):

  • QB: 20.17
  • RB: 13.54
  • WR: 13.09
  • TE: 8.52

Quarterbacks

Faltaram apenas 58 jardas de passe em 2025 para quebrar uma marca até então inatingível por QBs dos Bears (4.000+), mas Caleb Williams já mostrou ser o melhor passador que os Bears já tiveram em muito tempo. Ben Johnson restaurou a força ofensiva em Chicago e a dupla QB/HC promete mais com um ano de experiência acumulado juntos.

Bo Nix mostrou ser um passador honesto e um corredor acima da média nos seus dois anos como titular dos Broncos, mas terminar a temporada lesionado preocupa no início desta temporada. A mobilidade será reduzida? Isso afetará o jogo corrido e o de passe? Seja como for, uma vez saudável, Nix tem tudo para ser um dos melhores QBs para fantasy.

Por falar em mobilidade, os Giants saíram de anos de Daniel Jones para uma nova era em Jaxson Dart, que se mostrou ainda mais corredor que seu antecessor: produzindo mais de sete pontos terrestres por jogo em seu ano de calouro. Com este piso altíssimo, ter um ano próximo ou acima dos 20 PPG é algo visível no horizonte.

Jordan Love esperou, assim como seu antecessor, Aaron Rodgers, para entrar em campo como titular dos Packers. Até então, ele tem sido decepcionante por diversas razões, mas ainda é um dos melhores candidatos entre aqueles que ainda não se destacaram no topo das tabelas de fantasy.

CJ Stroud segue a mesma linha de Love, mas com um teto ainda menor; 2026 talvez seja sua última oportunidade de desempenhar num nível aproveitável semanalmente.

Running Backs

Em geral é contrassenso um RB receber passes de um QB corredor, mas foi isso que aconteceu com R.J. Harvey nos Broncos em 2025, e essa presença no jogo aéreo é meu principal motivo para crer que Harvey é o melhor nome para ter uma temporada de subida de nível no fantasy. O RB dos Broncos acumulou em média 6.94 pontos recebidos por jogo ano passado, marca expressiva, mas que precisa ser aliada a uma presença mais forte como corredor (foram apenas 5.7 PPG terrestres como calouro).

TreVeyon Henderson é um dos ativos mais valiosos em dynasty, fruto de uma expectativa alta em torno de seu nome e de ter um companheiro não muito talentoso em Rhamondre Stevenson que, apesar disso, domina fatia expressiva do backfield tanto como corredor como recebedor. Ainda assim, podemos ver a qualquer momento uma passagem de bastão ou uma lesão que finalmente desbloqueie o potencial esperado por tantos em New England.

Quinshon Judkins foi colega de backfield de Henderson em Ohio State e liderou o backfield por lá. Na NFL, está nos Browns, onde mostrou desempenho mediano como corredor (8.45 PPG) e recebedor (2.87 PPG). Se Todd Monken tiver um plano maior para o segundanista, poderemos vê-lo crescer na carreira e no fantasy.

Wide Receivers

Bryce Young finalmente recebeu alguma ajuda para desenvolver como profissional: Tetairoa McMillan chegou fazendo uma impressão saudável como calouro em 2025 e pode ser ainda melhor, com promessas já feitas de ser mais utilizado no slot, o que aumentaria seu piso no fantasy.

Rome Odunze está novamente em minha lista após um 2025 em que dividiu as atenções do novo ataque de Ben Johnson com os calouros Colston Loveland e Luther Burden, além do veterano DJ Moore (este último saiu para os Bills). Com um integrante a menos no corpo de recebedores da equipe, o caminho para o sucesso pode ser facilitado, mas ainda tem obstáculos nos segundanistas escolhidos pela nova chefia para serem alvos de Caleb Williams.

O caminho natural de calouros é começar lentamente e progredir com o passar do tempo; Emeka Egbuka fez o caminho contrário em Tampa Bay, tendo em vista que lesões (Mike Evans, Chris Godwin) abriram um espaço valioso para que ele produzisse muito e rápido. Mas a segunda metade do seu primeiro ano profissional trouxe uma queda de performance com o retorno dos veteranos (incluindo Jalen McMillan). Os Buccaneers não terão Mike Evans pela primeira vez em muito tempo, o que abre definitivamente um espaço para Egbuka mostrar desempenho novamente.

Os Colts tiveram duas temporadas diferentes em 2025: com (boa) e sem (ruim) Daniel Jones, que rompeu o tendão de Aquiles na segunda metade da temporada regular. Um dos destaques positivos da temporada, Alec Pierce, foi especialmente utilizado como alvo profundo enquanto jogava com Michael Pittman. Agora, de contrato renovado e com o ex-companheiro saído para Pittsburgh, a expectativa é de que Pierce apareça mais também em passes próximos à linha de scrimmage.

Marvin Harrison chegou à NFL com nome e fama, tanto pelo laço familiar (o lendário recebedor Marvin Harrison Sr.) quanto por sua atuação em Ohio State. Porém este cartão de visitas não se traduziu em efetivo brilho como profissional, com destaque para o excelente ano de Trey McBride e a ascensão de Michael Wilson desde que Jacoby Brissett se tornou titular dos Cardinals. 2026 será o terceiro ano de Harrison na liga e um momento crucial para sabermos se ele será longevo e produtivo ou se será apenas sombra de toda a expectativa criada.

Tight Ends

Não sobrou muito para quem olhar como breakout depois de uma classe brilhante de calouros como 2025 (Colston Loveland, Harold Fannin, Tyler Waren, Oronde Gadsden). Assim temos que olhar para veteranos que buscar o próximo nível há algum tempo (como Chig Okonkwo, que saiu dos Titans para os Commanders) ou novos calouros (como Kenyon Sadiq, que chegou aos Jets). Para ambos, a competição já começou antes mesmo do training camp tendo nomes de peso para disputar alvos (o calouro Carnell Tate e o recém-chegado Wan’Dale Robinson a Tennessee; o WR1 Garrett Wilson e o calouro Omar Cooper em Nova Iorque).

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